domingo, 27 de fevereiro de 2011

Curta: Livraria

O Curta abaixo pode ser discutido em sala, pois dá pano pra manga e pode ser trabalhado em produção textual também.

LIBRARY from singsfish on Vimeo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

muito obrigada

Muito obrigada pelas dicas postadas no blog. Voçe realmente é unico. Meu fio de ouro. Pena que nossas reuniões quinzenais não incluem sua CRE. mas o Ives lembrou de voçe na ultima reunião.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Autorretrato - Kleiton e Kledir

  Meus alunos adoraram  a música Autorretrato da dupla Kleiton e Kledir, eles até pediram para repetir. Se alguém, ainda, não trabalhou esse tema, fica a dica.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Roda-Viva


Utilizei hoje o clipe para conversarmos sobre as imposições do destino. Já havia apresentado no dia anterior a música Bom Dia, com letra aí abaixo, e destaquei o trecho "Um dia penso no futuro/No outro eu deixo prá lá,/Um dia eu acho a saída/No outro eu fico no ar". Com Roda-Viva, destaquei "A gente quer ter voz ativa/No nosso destino mandar/Mais eis que chega a Roda-Viva/E leva o destino pra lá". Depois apresentei a animação indicada no post anterior, "Vida Maria", e analisamos as possibilidades de saírmos da Roda-Viva do tempo e aproveitarmos as oportunidades.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Músicas para Semana de Integração

Queridos:
Podemos usar estas músicas no Período de Integração! Que tal?!


Bom Dia
http://www.youtube.com/watch?v=LGd6oiGVMak



Zizi Possi
Composição: Swami Jr / Paulo Freire

Um dia quero mudar tudo
No outro eu morro de rir,
Um dia tô cheia de vida
No outro não sei onde ir,
Um dia escapo por pouco
No outro não sei se vou me livrar,
Um dia esqueço de tudo
No outro não posso deixar de lembrar,
Um dia você me maltrata
No outro me faz muito bem,
Um dia eu digo a verdade
No outro não engano ninguém,
Um dia parece que tudo
Tem tudo prá ser o que eu sempre sonhei,
No outro dá tudo errado
E acabo perdendo o que já ganhei
Logo de manhã, bom dia...
Um dia eu sou diferente
No outro sou bem comportada,
Um dia eu durmo até tarde
No outro eu acordo cansada,
Um dia te beijo gostoso
No outro nem vem que eu quero respirar,
Um dia quero mudar tudo no mundo
No outro eu vou devagar,
Um dia penso no futuro
No outro eu deixo prá lá,
Um dia eu acho a saída
No outro eu fico no ar,
Um dia na vida da gente,
Um dia sem nada de mais,
Só sei que eu acordo e gosto da vida
Os dias não são nunca iguais!

Mais uma vez
http://www.youtube.com/watch?v=END6bxC3hT4

(Renato Russo e Flávio Venturini)
Intérprete: Legião Urbana

Mas é claro que o sol vai voltar amanhã mais uma vez, eu sei
Escuridão, já vi pior, de endoidecer gente sã, espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você, mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo
quem acredita sempre alcança

Mas é claro que o sol vai voltar amanhã, mais uma vez, eu sei
Escuridão, já vi pior, de endoidecer gente sã espera que o sol já vem
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar nos sonhos que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo

Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...



Mais tarde envio outras!!!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Player universal





Para quem está com dificuldade em visualizar videos baixe o programa do link abaixo.
Deixe de lado aquele monte de programas de áudio e vídeo e instale este fantástico player compatível com todos os formatos que você possa imaginar.

http://www.baixaki.com.br/download/the-kmplayer.htm



Caso necessário segue abaixo link com tutorial ensinado como usar esse programa.


http://www.scribd.com/doc/391199/Tutorial-The-KMPlayer

GLOBO VIDEOS



Segue abaixo o link da Globo videos onde vcs podem assistir todos os modulos do telecurso Tecendo o saber.


Trabalho em equipe

Achei esse video bem legalzinho sobre trabalho em equipe, fica a dica:

Tecendo o saber - Programa 1

Para quem estiver interessado no programa 1 do módulo um do Tecendo o saber eu postei um link que vai direto a ele, abaixo. A qualidade de imagem e som é bem melhor que a do Youtube, pois é direto da Globo.com. Espero que aproveitem. Basta fazer o download.


http://www.4shared.com/video/ySMrh3DQ/TECENDO_O_SABER_M1_P1_Prazer_e.html


Tecendo Saber Módulos Completos

Dica da Simone Moraes: Quem se interessar em comprar algum módulo do Tecendo Saber, aqui vende todos e são originais. Guardem esse link, poderá ser útil:

Música para Autorretrato - Infinito particular


Não gosto das imagens pois não correspondem ao objetivo, mas gosto da letra, é boa para trabalhar a questão da identidade e do autorretrato.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Como baixar videos do youtube - SEM INSTALAR PROGRAMA

Caros colegas,

Ontem, fomos infomados que os módulos 1 e 2 do Tecendo o Saber estão no youtube. Caso desejem copia-los para o computador, sugiro que utilizem o site: http://keepvid.com/. Fiz um passo a passo, tentei postar, mas as figuras não apareceram.
Estou enviando para o e-mail de vcs.


Beijos Patrícia.

Dinâmica do emboladão


Olá pessoal,

Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e fortalece o espírito de equipe

Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica.
O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita e a mão esquerda.
Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo" bem apertadinhos". Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).
Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar.
O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta.

Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é um problema. O Coordenador parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!

Beijos Patrícia


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dinâmica bolas no alto...

Sugestão da amiga Patrícia para enfatizar a importância dos membros de uma equipe.  Nesta dinâmica, também, percebe-se como a ausência, ou omissão, de alguém pode tornar pesado o trabalho dos outros.

1) Entregar uma bola de soprar para cada participante.
2) Dar o comando para encher e amarrar a bola.
3) Com uma música, cada participante deverá ficar tocando sua bola para o alto sem deixá-la cair.
4) O líder indica alguém para deixar o grupo, mas avisa que a sua bola fica e que os demais não podem deixá-la cair.
5) Tira-se mais um participante, e outro, e outro...sempre deixando a sua bola para os demais equilibrarem.
6) Faz-se a reflexão após as bolas começarem a cair por falta de ajuda.
Beijo da Kátia.

Eu quero apenas...


Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos
Eu quero apenas olhar os campos,
Eu quero apenas cantar meu canto,
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinho,
Quero levar o meu canto amigo,
A qualquer amigo que precisar.


Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero apenas um vento forte,
Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

Eu quero crer na paz do futuro,
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

Eu quero amor decidindo a vida,
Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com sorriso aberto,
Se ele chorar quero estar por perto
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

Venha comigo olhar os campos,
Cante comigo também meu canto
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinhos
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

Beijo da Kátia

Sugestão para os dias 7, 8 e 9

A sugestão de atividade proposta para o sétimo, oitavo e nono dia, discutida pela equipe de coordenação é preparar um bloco carnavalesco. 
O objetivo é fortalecer as equipes e ainda revisar conteúdos, apontados como lacunas, pela avaliação diagnóstica. 




Desta forma, teríamos:
Dia 7
1) Acolhida: 
    - Música sugerida:  Samba enredo "É hoje..." - União da Ilha.
    - Discussão:  Como é uma escola de samba ( um grupo em harmonia ).
    - Dinâmica de grupo: Bolas no alto*
2) Equipes:
    - Síntese: Memorial do dia 6.
    - Socialização: Correio afetivo/Fio de ouro/...(distribuição de papéis).
    - Coordenação: Arrumação dos grupos ( pode-se manter as equipes).
    - Avaliação: Broche com a Carinha de Opinião/Humor**.
3) REVISÃO ( a critério do professor a partir do resultado da avaliação diagnóstica).
4) Divisão de tarefas ( Primeiro momento da produção do Bloco )
    - Síntese: Construir ou selecionar um samba enredo.
    - Socialização: Preparar a festa.
    - Coordenação: Providenciar materiais.
    - Avaliação: Definir quesitos/critérios para avaliar.
Obs.:  Fantasias - cada um providencia a sua.

Dia 8
1) Acolhida:
    - Música: Eu quero apenas ( Roberto Carlos)
    - Dinâmica: Pedaço de linha ( arrebentar 1, arrebentar 5, arrebentar muitos...)
2) Equipes:
    - Síntese: Memorial do dia 7.
    - Socialização: Correio afetivo/Fio de ouro/...(distribuição de papéis e bilhetes).
    - Coordenação: Arrumação dos grupos.
    - Avaliação: Broche com a Carinha de Opinião/Humor**( Está sendo legal???)
3) REVISÃO ( a critério do professor a partir do resultado da avaliação diagnóstica).
4) Produção do Bloco/Festa ( Segundo momento )

Dia 9
1) Acolhida: Música animada no ambiente (...é carnaval!!!)
2) Equipes:
Primeiro Momento
    - Síntese: Memorial do dia 8.
    - Socialização: Correio afetivo/Fio de ouro/...(distribuição de papéis e bilhetes).
    - Coordenação: Arrumação dos grupos.
    - Avaliação: Broche com a Carinha de Opinião/Humor**( Está sendo legal???)
Segundo Momento
    - Concentração do Bloco.
3) Festa/Bloco/Desfile
4) Encerramento (Avaliação/Reflexão)
    - Utilizar critérios estabelecidos.
    - Como foi? Opinião das 4 equipes ( Quadro de carinhas da equipe de avaliação...ou... notas...ou...o "Foi bacana?" do Ives).

Beijo, Kátia Cilene.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Texto para reflexão

Caros colegas,

É provável que já conheçam este texto, mas é sempre bom fazer uma releitura.
Beijos e boa noite

Patrícia Tissi

Eu sei, mas não devia
Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(1972)


O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Ponta-pé inicial


As postagens abaixo foram retiradas do meu blog pessoal dazibao.digital e relacionam-se a atividades desenvolvidas pela disciplina de História das Escolas Rodrigo Otávio e Brigadeiro Eduardo Gomes para as primeiras aulas do 6o. ano, em colaboração com os colegas de outras disciplinas, destacadamente o Cest. A atividade Autorretrato foi elaborada pelas professoras Márcia Guapyassu e Simone Barros, ambas participantes do Autonomia Carioca. A idéia deste blog é que o espaço seja ocupado por todos os participantes do projeto Acelera 2 - 2011 como co-autores, tanto na postagem quanto nos comentários, para que possamos dialogar e preservar experiências. Espero que o trabalho seja útil a todos.

Marcelo Freire

...

Imagem, dazibao.digital.

Desmatamento genealógico


Em 2010 História e Cest cogitaram um trabalho sobre árvore genealógica que não foi deixado para um outro momento. As imagens abaixo apenas ilustram o assunto, e o texto trata de uma questão relevante para a atividade.
Com base em inspeções do Conselho Nacional de Justiça a cartórios, especialistas estimam que 1/4 das crianças nascidas no Brasil não tem o nome do pai. Em matéria de O Globo, o índice brasileiro é bem superior ao europeu. Na França, apenas 2% da população não apresenta a identificação paterna em seus documentos. Queridas mães solteiras, o que vocês estão ensinando aos seus garotos?

 Laerte via Blog do Marson.

Memória familiar

A atividade Memória Familiar é composta de duas etapas. A primeira intitula-se Memória Material. A segunda, estudo de origens. As etapas são as seguintes:
1. Leitura de texto (fico devendo, mas posso adiantar que já trabalhei com um do História Temática 5 e outro do Caderno de Revisão do Sexto Ano da Prefeitura);
2. Solicitar que o aluno faça uma investigação doméstica sobre: a) a origem do seu nome; b) o nome dos seus pais; c) sua cidade e estado de origem; d) a cidade e o estado de origem dos seus pais; e) identificar um objeto com valor afetivo para a família que possa trazer para aula; trazer por escrito os dados e a justificativa da escolha do objeto.
3. Memória Material: a) os alunos interessados em exibir o objeto trazido vão à frente da turma e apresentam o objeto, explicando sua escolha; b) comentários do professor sobre os tipos de objetos, as narrativas construídas e os elos familiares que os objetos estabelecem; c) solicitar que os alunos registrem o objeto trazido desenhando o mesmo. Os alunos que não trouxeram material registram a justificativa para não atenderem a tarefa, o relato que acham mais interessante e a imagem do objeto correspondente.
4. Estudo de Origens: a)solicitar ou distribuir papel quadriculado e mapa do Brasil mudo com divisão de estados e regiões; b) quantificar o número de pais e de alunos por estado; b) fazer uma legenda no mapa do Brasil relacionando uma cor para os valores encontrados para os pais (p.ex.: 1 pai - vermelho, 2 pais- laranja, 3 pais - amarelo); c) pintar o estado de acordo com o número de pais; d) montar um gráfico de barras para cada estado, contendo duas barras, uma para alunos e outra para pais; e) orientar os alunos para que comparem o número de nascidos no Rio de Janeiro com o total de nascidos fora do Rio de Janeiro; f) questionar sobre as conclusões que podemos chegar com esses dados.

Obs.: a atividade anterior a esta era uma conversa sobre o ato de nomearmos algo e do uso de um nome para sermos identificados. A seguir, o professor provoca uma reflexão sobre identidade: quem somos nós? E, então, apresenta a proposta do autorretrato, com um desenho acompanhado de uma lista de características.

Imagem, Wylio.

Com licença poética

velazquez_meninas Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir.
Não tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e ora sim, ora não,
creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos – dor não é amargura.
 Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida  é  maldição pra homem.  Mulher é desdobrável.  
Eu sou.
Adélia Prado

O autorretrato
Rockwell by Rockwell No autorretrato que me faço / - traço a traço –
às vezes me pinto nuvem, / às vezes me pinto árvore…
às vezes me pinto coisas / de que nem há mais lembrança…
ou coisas que não existem / mas que um dia existirão…
e, desta lida, em que busco / - pouco a pouco -
minha eterna semelhança, / no final, que restará?
Um desenho de criança… / Terminado por um louco!
Mário Quintana
Calvin como Rockwell 
Texto, Algma poesia. Rockwell, Yo. Calvin, Depósito.
Pra encerrar, Batistão, que mais parece um professor que, por trás do jeito desanimado, guarda um louco com sonhos de um palhaço.
Batistão